segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Revolução Industrial, pra todos os gostos

Esses dias, em conversas com colegas, em tempo de planejamento, fui informada de uma pesquisa que indica que 90% "dos jovens" (numa faixa etária que começa com algo em torno de 11/12 anos e se estende até.... não sei(!) pq quem comentou não informou...) que frequentam escolas particulares utilizam a comunicação via internet. Por outro lado, só 30% realiza pesquisas através dela.
Fiquei surpresa, porque esse tipo de atividade é bastante solicitada pela maioria das instituições e seus professores. Isso quer dizer que os alunos ainda usam livros? Enciclopédia? Acho que sim... Ou... não fazem tarefa mesmo (!!!... rsrsrs)
Mas o que me ocorreu é que se formos avaliar o resultado do trabalho dos 30% que usam "a rede" para fazer trabalho de escola também vamos encontrar problemas. Há de tudo por aqui... (!..?....) Não que os livros sejam infalíveis, ou contenham "a verdade", mas sempre existe um critério antes de sua publicação que obriga o autor a ser, no mínimo, criterioso com o que escreve e apresentar suas próprias fontes.
Vejam, por exemplo, o tema Revolução Industrial... Se vc digitar a expressão no Google vai obter um retorno de aproximadamente 394 mil indicações/links (!!!). Lá, em primeirão, nossa conhecida Wikipedia!
Se gastar um tempinho e abrir os primeiros encontrará uma grande variação de abordagens. Por exemplo, um pequeno texto com princípio, meio e fim (conclusão) no site "Sua pesquisa". (http://www.suapesquisa.com/industrial/)
É claro que seria impossível esgotar o assunto (os autores sempre escrevem isso... rsrsrs) em um artigo de uma página (ou menos), mas muitas vezes, além de ser superficial o texto se torna em "sopa de letrinhas" que pode assumir qualquer arranjo quando descer "goela abaixo" do leitor... (é claro que seria melhor que fosse "goela acima"... se me entendem...).
De qualquer modo, dar uma lida (e não apenas imprimir pra entregar para o "prof") já é melhor que não fazer pesquisa/tarefa. Mas o mais legal é (independente da extensão ou da qualidade do texto) ler, pensar um pouco sobre o que leu e concluir com sua própria opinião. Isso faz toda a diferença!
Então... que tal praticar? Passe pelo link que sugeri, acima. Dê uma lida (é curtinho!). Think about...
O que achou? Deu pra entender alguma coisa? Ajudou ou piorou? Concorda com a conclusão?
Vamos tagarelar sobre.... ok? Fico esperando!

4 comentários:

Murilo disse...

A tendência atual é se acomodar; não fazer esforços pra nada, o que acho errado.

Bianca disse...

Oi Prof, muito interessante o texto, adorei!! até amanha, adoro vc, beijos, Bianca [ sua aluna de indaiatuba ]

Sonia disse...

Oi Bianca, que bom que aproveitou o texto. Apareça sempre e até amanhã... daqui a pouco... rsrsrs

Wesley disse...

tudo bem, o comentário tá atrasado e acho que esse tema já dormiu na gaveta do blog. Primeiramente eu qria dizer que o blog tá muito bom, para o elogio nao ficar vago vai a prova : tava vagando pela internet e lembrei desse link, acessei às 22:00 e até agora não consegui parar d ler e clicar nos links sugeridos pelos seus textos!!!! Excelentes mesmo.
mas enfim, falando do tópico :eu axo que o texto da suaBusca esclarece muito superficialmente
o tema, que já é um bom começo, mas seria melhor s fossem suprimidas as repetições (ex.: desemprego é abordado em 2 ou 3 topicos) e fossem acrescentadas informações q eu julgo terem faltado...Mas o que peca mesmo é a conclusão, acho que ela não foi bem refletida, tanto que não chega a concluir nada... simplesmente ela lista consequencias, coisa que já foi dita.
Na minha opinião, esses tipos de texto, quando capturam um leitor curioso, dão base para pesquisa, mas quando, quase sempre, são lidos por pessoas que não têm tempo pra "perder" e precisam entender "às vésperas" um tema (isso me lembra prova), eles, além de confudirem não dão um suporte seguro a cerca do assunto.
É isso... de resto, tenho q parabenizar o seu trabalho, professora =D
E acho que me empolguei d+... rsrsr
abraços
Wesley, seu aluno do Cotuca